O governo dos Estados Unidos avalia a possibilidade de impor novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, segundo informações divulgadas pelo jornal Financial Times neste domingo (16).
De acordo com o jornal, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que a possível medida estaria relacionada a uma investigação conduzida no Brasil sobre a origem de uma reportagem envolvendo o ministro Flávio Dino. Mandados de busca e apreensão foram autorizados por Moraes na última semana.
Em julho de 2025, os Estados Unidos haviam aplicado sanções contra Moraes com base na Lei Magnitsky, em meio às críticas do governo americano à atuação do ministro em processos relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. As medidas foram posteriormente revogadas em dezembro do mesmo ano.
O assunto voltou a gerar repercussão neste fim de semana após uma representante do Departamento de Estado dos EUA comentar, na rede social X, mudanças no funcionamento do algoritmo da plataforma relacionadas às eleições brasileiras. A publicação classificou as alterações como uma forma de transparência e fez críticas ao que chamou de censura no Brasil.
Até o momento, não há confirmação oficial de que novas sanções tenham sido formalmente adotadas.
Crédito do texto: g1 / Financial Times
Crédito da foto: EUA discutem novas sanções contra Alexandre de Moraes, diz jornal
O governo dos Estados Unidos avalia a possibilidade de impor novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, segundo informações divulgadas pelo jornal Financial Times neste domingo (16).
De acordo com o jornal, fontes familiarizadas com o assunto afirmam que a possível medida estaria relacionada a uma investigação conduzida no Brasil sobre a origem de uma reportagem envolvendo o ministro Flávio Dino. Mandados de busca e apreensão foram autorizados por Moraes na última semana.
Em julho de 2025, os Estados Unidos haviam aplicado sanções contra Moraes com base na Lei Magnitsky, em meio às críticas do governo americano à atuação do ministro em processos relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. As medidas foram posteriormente revogadas em dezembro do mesmo ano.
O assunto voltou a gerar repercussão neste fim de semana após uma representante do Departamento de Estado dos EUA comentar, na rede social X, mudanças no funcionamento do algoritmo da plataforma relacionadas às eleições brasileiras. A publicação classificou as alterações como uma forma de transparência e fez críticas ao que chamou de censura no Brasil.
Até o momento, não há confirmação oficial de que novas sanções tenham sido formalmente adotadas.
Crédito do texto: g1 / Financial Times
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