Ainda de acordo com a mãe, os relatos que mais a incomodaram dizem respeito à ausência de higiene: roupas da criança estavam muito sujas no momento da busca. Ela afirmou que a filha relatou ter pedido para ir ao banheiro, mas não ter sido atendida pelo professor. A mãe descreveu a situação como revoltante e disse que registrou o boletim de ocorrência junto a uma denúncia formal na ouvidoria da Prefeitura de Itapetininga. A criança, segundo a mãe, ficou psicologicamente abalada e a família não tem com quem deixá-la, o que a leva a manter a rotina na unidade.
Problemas de higiene também foram mencionados: a mãe informou ter visto todos os alunos de uma mesma sala bebendo água de um único copo. Ela afirmou que a diretora orientou a compra de uma garrafinha para a filha, mas que, em diferentes ocasiões, a vítima ainda apresentava dores de garganta recorrentes. A mãe relatou ter visto até mesmo uma auxiliar de sala descartando a água para simular que a criança havia bebido, o que, segundo ela, contribuiu para a necessidade de remover as amígdalas e adenoides da filha.
A prefeitura informou, por meio de nota, que abriu um procedimento administrativo para apurar o ocorrido. Um supervisor de ensino deverá cumprir agenda no local nesta segunda-feira (14) para verificar a situação da escola.
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Texto: via g1
Foto: g1















