Não há evidência científica de que dividir ou espaçar vacinas reduza a ocorrência de autismo nem que a aplicação de imunizantes aumente a probabilidade de a criança nascer com o transtorno. Uma revisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicada em setembro de 2026, analisou estudos entre 2010 e 2025 e concluiu que pesquisas de maior qualidade não encontraram relação causal entre vacinas e autismo, incluindo vacinas com tiomersal ou alumínio.
O presidente também afirmou que as crianças recebem uma quantidade excessiva de vacinas de uma só vez, sugerindo que doses menores e mais espaçadas seriam mais seguras. Essa relação não foi demonstrada cientificamente. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) afirma que não existem evidências de benefício em separar a vacina tríplice viral em três aplicações diferentes.
A fala ocorre em meio a uma mudança na política de vacinação infantil do governo: uma ordem executiva determinou a avaliação de alterações no calendário e o desenvolvimento de opções para separar algumas vacinas combinadas. A medida, porém, não estabelece que o novo esquema reduzirá casos de autismo nem apresenta evidências de que o calendário atual provoque o transtorno.
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Texto: via g1
Foto: Julia Demaree Nikhinson/AP
Observação: Este texto reproduz informações de uma notícia publicada pelo g1 e reorganiza o conteúdo para uso jornalístico, mantendo apenas menções a políticos e celebridades, conforme solicitado.













